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Quase ace no US Open: Hull protagoniza lance inacreditável

A tenista Hull esteve a um fio de protagonizar um dos momentos mais espetaculares do US Open de 2026, ao quase executar um "ace" em uma jogada que dei

NotSports 08 Jun 2026
Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

A tenista Hull esteve a um fio de protagonizar um dos momentos mais espetaculares do US Open de 2026, ao quase executar um "ace" em uma jogada que deixou o público e os comentaristas em estado de admiração. O lance, que ocorreu em 8 de junho de 2026, demonstrou a habilidade e a sorte que podem definir os grandes torneios.

A partida, que acompanhava o desenrolar do US Open, viu Hull em uma situação de jogo que poderia ter resultado em um ponto direto de saque, o que no tênis é conhecido como "ace". No entanto, a bola, após um serviço potente e bem colocado, tocou a rede e, de forma quase milagrosa, passou para o lado adversário, sem que a oponente conseguisse devolvê-la. A trajetória da bola foi tão incomum que gerou exclamações de surpresa e descrença, capturadas pela cobertura da Tennis Sky Sports.

Este tipo de lance, embora não seja tecnicamente um ace, pois a bola tocou a rede, é frequentemente celebrado como um momento de pura sorte e habilidade combinadas. A capacidade de Hull de colocar a bola em jogo de uma maneira tão inesperada, mesmo com a interferência da rede, ressalta a imprevisibilidade e o drama inerentes ao tênis profissional. A jogadora demonstrou compostura ao lidar com a situação, mesmo que o resultado final tenha sido um ponto ganho de forma atípica.

O contexto do tênis em 2026, como visto em outras notícias da época, apresentava um cenário de grandes competições e reviravoltas. Enquanto o US Open proporcionava momentos de pura emoção em quadra, outros esportes também viviam suas próprias narrativas. No golfe, por exemplo, o Memorial Tournament presenciava disputas acirradas, com J.T. Poston conquistando sua quarta vitória no PGA Tour após um playoff emocionante contra Ryan Gerard, em uma competição que também viu Tommy Fleetwood e outros nomes de peso na disputa. Essa simultaneidade de eventos esportivos de alto nível sublinha a efervescência do calendário atlético daquele ano.

No circuito profissional de tênis, a busca por vitórias em Grand Slams é o ápice da carreira de muitos atletas. O French Open de 2026, por exemplo, foi palco de momentos marcantes para Alexander Zverev, que relembrou ter vivido "os melhores e piores momentos de sua vida" na Court Philippe-Chatrier. A menção a Zverev, que superou a dor de perdas em finais de Grand Slam para conquistar seu primeiro título importante, serve como um lembrete da resiliência necessária no esporte de elite e da montanha-russa emocional que os atletas enfrentam. A jornada de Zverev, marcada por uma saída de quadra em cadeira de rodas em 2022 após uma lesão durante a semifinal contra Rafael Nadal, e sua eventual redenção, ilustra a capacidade de superação que define os campeões.

A jogada de Hull no US Open, embora não tenha sido um ace formal, encapsula a essência do esporte: a combinação de técnica, estratégia e, por vezes, um toque de acaso. A bola que desafia a física e a lógica, tocando a rede e caindo de forma a surpreender a adversária, é um daqueles momentos que ficam gravados na memória dos fãs e na história do torneio. A reação do público e a cobertura da mídia especializada, como a da Sky Sports, demonstram o quão perto a jogadora esteve de um feito memorável.

A análise de lances como este vai além do resultado imediato. Ela nos permite apreciar a complexidade do tênis, onde cada milissegundo e cada milímetro podem ser decisivos. A habilidade de Hull em gerar tanta potência e precisão em seu saque, a ponto de criar uma situação tão inusitada, é um testemunho de seu treinamento e dedicação. Mesmo que a bola não tenha cruzado a rede de forma limpa, a jogada em si foi um espetáculo, um lembrete de que, no esporte, o inesperado é sempre uma possibilidade.

O US Open, como um dos quatro torneios do Grand Slam, atrai a atenção do mundo, e cada partida é observada de perto. A performance de Hull, marcada por essa jogada quase milagrosa, certamente adicionou um capítulo interessante à narrativa do torneio de 2026. A capacidade de um atleta de criar um momento de pura surpresa e admiração, mesmo em uma circunstância não convencional, é o que torna o esporte tão cativante e imprevisível. A jogada de Hull, que quase resultou em um ace de forma inédita, ficará como um dos lances curiosos e memoráveis da edição.

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