O auge de Derrick Rose e o Chicago Bulls na temporada 2010/11
MVP da NBA, armador liderou campanha dominante que chegou às finais do Leste e marcou auge da era pós-Jordan.
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Há 15 anos, a franquia de Illinois vivia o seu momento de maior brilho na era pós-Michael Jordan, impulsionada por uma campanha histórica que culminou nas finais da Conferência Leste.
Sob o comando técnico de Tom Thibodeau, o Chicago Bulls encerrou a temporada regular de 2010/11 com um desempenho dominante, alcançando a marca de 62 vitórias e apenas 20 derrotas. Esse retrospecto garantiu à equipe a melhor campanha de toda a liga naquele ano, consolidando um sistema defensivo sólido e uma reestruturação eficiente do elenco, que contou com as chegadas de Carlos Boozer e Keith Bogans.
O grande protagonista dessa trajetória foi Derrick Rose. Aos 22 anos, o armador atingiu o ápice de seu rendimento, registrando médias de 25,0 pontos, 7,7 assistências e 4,1 rebotes ao longo de 81 partidas. O desempenho excepcional rendeu a Rose o prêmio de MVP da NBA, tornando-o o jogador mais jovem da história a receber a honraria.
Apesar do sucesso na temporada regular, o caminho nos playoffs encontrou um obstáculo decisivo nas finais do Leste. O Bulls acabou superado pelo Miami Heat, liderado pelo trio formado por LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh, em uma série de cinco jogos.
O período é lembrado como um marco na história recente da franquia, representando o ponto mais alto alcançado pela equipe antes de uma série de lesões graves, incluindo o rompimento do ligamento cruzado anterior de Rose em 2012, alterar o curso do projeto esportivo da organização.